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É já esta semana. Novos radares em Lisboa entram em acção a 1 de junho

Texto: Francisco Cruz
Data: 30 de Maio, 2022

Depois o período de instalação e de alguns problemas técnicos, que entretanto terão sido superados, os 20 novos radares mandados instalar pela Câmara Municipal de Lisboa, para controlo da velocidade, deverão entrar em funcionamento já na próxima quarta-feira, dia 1 de junho.

A notícia é avançada, esta segunda-feira, pelo jornal ‘Nascer do Sol’, recordando que, com a entrada em vigor desta duas dezenas de novos radares, passam a ser 41 os equipamentos de controlo de velocidade na capital portuguesa.

A procurar atenuar um certo sentimento de caça à multa, o facto da maioria destas novas instalações serem antecedidas de avisos de aproximação de radar, alguns dos quais, ainda tapados por um plástico preto. Mas que deverá ser removido com a entrada de funcionamento dos equipamentos.

Um dos novos radares de controlo de velocidade em Lisboa
Um dos novos radares de controlo de velocidade em Lisboa

No entanto, esta opção não impede que vários especialistas ouvidos pelo jornal descrevam esta nova realidade como uma espécie de caça à multa, em particular, devido aos limites de velocidade impostos, que chegam a ser de 20 km/h, como acontece na subida do viaduto de Belém. Ou até mesmo nos 50 km/h em algumas zonas da Segunda Circular.

Pistolas radares também a caminho

Ainda de acordo com o ‘Nascer do Sol’, o aumento da fiscalização que aí vem não se fará, apenas e só, com recurso aos novos radares fixos, mas também e no caso da Polícia de Segurança Pública (PSP), através de 30 novas pistolas-radares. Que, diz o diário, foram já adquiridas, mas que só devem estar operacionais em julho…

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Contudo, assim que forem entregues aos agentes, qualquer polícia munido de uma dessas pistolas poderá autuar automobilistas a 500 metros de distância.

Já quanto ao também muito falado sistema de apuramento da velocidade média, em determinados troços em redor da capital, a publicação garante que vai aguardar por melhores dias, existindo, mesmo, a possibilidade de só entrar em vigor no próximo ano.