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Como funciona a carga rápida em alguns dos elétricos

Texto: Nuno Fatela
Data: 8 Julho, 2018

Através do recurso a diversos suportes gráficos, foi apresentada a curva de carga rápida, que explica até que momento a velocidade de carregamento com nos postos mais potentes se torna efetivamente uma vantagem para o Leaf, o i3, o Ampera-e, o Ioniq Eletric e o e-Golf.

A velocidade de carga é um dos elementos mais importantes, a par da autonomia total e potência, que interessa analisar quando se vai adquirir um veículo elétrico (motivo pelo qual os supercarregadores de potência elevadissíma são aposta para futuros modelos como o Porsche Taycan). Agora um estudo publicado pela Fastned explica de que forma se processa o sistema de carregamento rápido, indicando qual o momento a partir do qual a escolha dos postos mais potentes deixa de permitir aumentar de forma mais veloz a capacidade da bateria, algo que se pode definir como a curva de carga rápida.

 

Este estudo acaba por ser bastante explícito, já que recorre a gráficos e analisa também a curva de carga rápida das diferentes versões dos modelos Nissan Leaf, BMW i3, Opel Ampera-e, Hyundai Ioniq Eletric e Volkswagen e-Golf. Como seria de esperar, até pelas informações apontadas pelos fabricantes relativamente a estes modelos, os 80% da carga total são o ponto máximo em que os postos rápidos oferecem vantagens. Mas verifica-se também que nos existem diferentes consoante a potência dos pontos de acesso à energia. Veja os resultados deste estudo através dos gráficos seguintes…

Opel Ampera-e
BMW i3
Hyundai Ioniq
Nissan Leaf
Volkswagen e-Golf

 

A velocidade de carga do novo Nissan Leaf, em sucessivos carregamentos rápidos, tem causado polémica no Reino Unido. Saiba mais sobre este ‘Rapidegate’ neste artigo.

 

Fonte: Fastned, via InsideEVS

 

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