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Turbo do Ano 2020. E, a terminar, eis o vencedor do Prémio Carreira!


Data: 2 de Fevereiro, 2021

Terminando o desafio que foi dar a conhecer os vencedores dos prémios Turbo do Ano 2020, isto numa altura em que própria revista comemora as 40 primaveras, eis que é chegado o momento de desvendar-lhe o nome do vencedor do Prémio Carreira. Espécie de reconhecimento pelo trabalho de um eterno jornalista que tinha em si a qualidade da insatisfação…

Num ano difícil em todos os sentidos, a escolha de 2020, para receber o Turbo do Ano na categoria Prémio Carreira, acabou sendo, para os elementos da TURBO, uma escolha de natural. Desde logo e também, pela forma como, ao longo dos anos, o galardoado se afirmou, procurando ser sempre o melhor nos desafios que assumia.

Falamos de Mário Guerreiro, profissional que começou o seu percurso, enquanto jornalista, ainda na década de 70, e em concreto, no ‘Autosport’ e ‘Automundo’. Mas que, já na década de 90, teve a sua primeira experiência “do outro lado da barricada”, na Comunicação da SEAT.

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No entanto, em meados dos anos 90, Guerreiro decidiu regressar ao jornalismo, para assumir o cargo de editor-executivo da já extinta Motorpress Lisboa. Desafio que deixaria, em 1998, para regressar, definitivamente, à Comunicação Empresarial… e à marca espanhola.

A partir daí, não mais deixaria o meio, assim como o Grupo Volkswagen. Onde acabaria mesmo por terminar a carreira, como Diretor de Comunicação do Grupo VW para a área da Responsabilidade Social Corporativa.

É, portanto, de Mário Guerreiro, o Turbo do Ano 2020, que é também Prémio Carreira. Escolha que encontra justificação nas palavras escritas do director da Revista TURBO, Júlio Santos:

Prémio Carreira: Mário Guerreiro

“Conheço o Mário Guerreiro há quase quatro décadas era ele, já então, uma dos mais brilhantes jornalistas no “Autosport”. Invejava o “tu cá, tu lá” com que lidava com os melhores pilotos do Mundo (por exemplo, nas reportagens do Rali de Portugal) e, já no “Volante”, a acutilância com que analisava um novo modelo.
O Mário colocava as fichas todas num objetivo: ser o melhor. E não poucas vezes alcançava-o, caraterística que lhe granjeou o respeito de todos os colegas de profissão.
Parecia nunca estar satisfeito – e não estava. Portugal e o jornalismo tornaram-se pequenos.
Sem surpresa, procurou, então, outros caminhos; o outro lado da Comunicação. O lado que assumia uma importância cada vez maior para os fabricantes. Ocupou os cargos mais altos, liderando a estratégia de Comunicação do Grupo VW a nível mundial: de Barcelona, a Ingolstadt, da Califórnia a Washington. Mantendo-se sempre tão fiel ao bigode com que sempre o conheci, como aos princípios do rigor e da inovação que desde cedo lhe reconheci. Sempre pronto para uma boa conversa (no Salão de Pequim, de Detroit ou na apresentação do novo modelo de uma das “suas” marcas, transmitindo sempre com inteligência as mensagens mas nunca impondo as ideias.
Nestes tempos conturbados e de mudança acelerada, fazem ainda mais falta profissionais como o Mário Guerreiro.

1978-80 – Jornalista no “Autosport” e “Automundo”

1980-82 – Jornalista no “Motor”

1982-87 – Jornalista no “Autosport”

1987-89 – Jornalista no “Volante”

1989-90 – Jornalista no “Público”

1990-94 – Chefe de Comunicação Internacional da SEAT

1995-98 – Editor-Executivo na Motorpress Lisboa

1998-99 – Diretor de Comunicação de Produto da SEAT

1999-2006 – Diretor Mundial de Comunicação da SEAT

2006 – Gerente na área de Comunicação da Audi AG

2006-08 – Diretor de Comunicação da Audi AG para a Costa Oeste nos EUA

2009-14 – Diretor da Comunicação Internacional do Grupo VW

2014-17 – Vice-Presidente Executivo para a Comunicação do Grupo VW na América do Norte

2017-19 – Diretor de Comunicação do Grupo VW para a área da Responsabilidade Social Corporativa”