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Mercedes-Benz E Coupé começa nos 62 450€

Texto: António Amorim
Data: 1 de Março, 2017

Prestes a ser lançado em Portugal (a 16 de março de 2017), o novo Mercedes Classe E Coupé já mexe em Barcelona, connosco ao volante.

 

A gama nacional arranca no dia 16 de março e já temos os primeiros preços: O E200 Coupé a gasolina (2.0 de 184 CV) vai começar nos 62 450€; o diesel base será o E 220 D Coupé, com o novo motor de 2.0 litros e 194 CV, por 62 950€ e a anunciar médias de consumo de 4 litros aos cem.

 

Segue-se o E400 Coupé 4Matic, com tração integral de série, motor V6 de 3.0 litros e 333 CV por 84 500€. Mais tarde, no final do verão, será a vez de chegar a terras lusas o 350 d, para o qual ainda não há preço definido.

 

O novo E Coupé distingue-se por completo do E Coupé anterior (de 2013) mas herda toda a base mecânica, influência estilística e tecnologias de bordo do novo Classe E.

 

Cresceu em todos os sentidos, estando agora 12,3 cm mais comprido (4,82 m); 7,4 cm mais largo (1,86 m) e 3,2 cm mais alto (1,43 m). As vias também se alargaram uns bons 7 cm e a distância entre eixos, decisiva para os ganhos de espaço interior e estabilidade, cresceu uns imensos 11,3 cm face ao coupé anterior.

 

Ainda assim, este coupé é mais pequeno que o correspondente modelo de 4 portas e carrinha.

 

Todos os motores surgem conjugados de série com a caixa automática de 9 velocidades 9G-Tronic, com a tradicional haste no volante mas também com patilhas para selecção manual.

 

O comportamento do E Coupé é programável através do sistema Dynamic Select, com os modos de condução Eco, Comfort, Sport, Sport+ e Individual, este configurável a gosto do utilizador.

 

Na versão base, com a suspensão de molas metálicas Direct Control nenhum destes programas influencia mais do que a resposta do acelerador, reacções da caixa e direcção, mas estão disponíveis dois sistemas de suspensão opcionais configuráveis: o Dymanic Body Control, com amortecedores pilotados, e no topo a suspensão de molas pneumáticas Air Body Control, a permitir programar tanto a rigidez como a altura da suspensão.

 

Em todos os casos o coupé está 15 mm rebaixado em relação à berlina.

 

O habitáculo tem novo design e arrumação, herdando da berlina o duplo ecrã digital, (2 x 12,3’’), a conjugar uma instrumentação configurável (Sport, Classic e Progressive) com um ecrã de infotainment na mesma moldura frontal. Este equipamento é, no entanto, opcional, surgindo na versão base o ecrã de instr5umentos com dois mostradores analógicos e um ecrã central de 8,4 polegadas.

 

Também marcam a diferença neste novo coupé os botões táteis no volante, o sistema de condução semi-autónoma Distance Pilot do Distronic, em que o programador de velocidade não só acompanha as diversas variações de limites de velocidade como tem influência na direcção, no acelerador e no travão, para manter o carro na trajectória e à distância correta do veículo da frente.

 

Escovas limpa para-brisas com os esguichos integrados também marcam uma evolução, poupando água e rentabilizando o processo de lavagem do vidro.

 

Mais importante e funcional é o claro ganho de espaço nos dois bancos traseiros, onde os ocupantes viajam numa posição baixa mas com mais espaço para pernas e cabeça.

 

Portas sem moldura, como num autêntico coupé, uma linha de tejadilho muito descendente e farolins traseiros muito esguios e mais alongados até á lateral do carro tornam-no não só fácil de distinguir do modelo anterior como bastante parecido com o C Coupé.

 

No habitáculo são as saídas de ventilação a lembrarem reatores de avião que lhe asseguram uma nota extra de irreverência.