A União Europeia está prestes a abandonar a proibição total da venda de novos veículos com motor de combustão prevista para 2035.
A decisão marca uma mudança significativa na política climática europeia, motivada por forte pressão pela maioria dos construtores automóveis europeus, que alertaram para a falta de infraestrutura de carregamento, os preços elevados dos veículos elétricos e o risco de perda de centenas de milhares de empregos.
Mas mudança ganhou especial tração depois de o Chanceler alemão Friedrich Merz ter enviado uma carta à Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apelando à revisão da legislação.
Segundo Apostolos Tzitzikostas, Comissário para o Turismo e Transportes Sustentáveis em entrevista ao jornal económico alemão Handelsblatt, a proposta foi “muito bem recebida em Bruxelas”.
