Que as marcas automóveis testam e desmontam os carros de outras marcas, não é novidade.
É uma prática bastante comum na indústria automóvel, servindo como exemplo a vez em que foi visto um Xiaomi a sair das instalações da Ferrari. Trata-se de uma estratégia assente na análise competitiva e em engenharia inversa.
Uma das marcas que ficámos a saber ter recorrido a esta tática é a Tesla. Segundo John McNeill, um antigo executivo da empresa durante 2015 e 2018, a empresa norte-americana desmontou veículos elétricos chineses e aplicou as lições aprendidas nos seus modelos, que depois se tornaram líderes de vendas globais.
