Na versão elétrica, o Mini-G deverá utilizar dois motores elétricos — um por eixo — alimentados por uma bateria NMC de 85 kWh semelhante à aplicada nos novos modelos compactos elétricos da marca.
Ainda assim, o formato mais quadrado e menos aerodinâmico deverá traduzir-se numa autonomia inferior face a berlinas ou SUV mais orientados para estrada.
Com cerca de 4,4 metros de comprimento e dimensões aproximadamente 30% inferiores às do Classe G tradicional, o Mini-G será também o primeiro passo na transformação da letra “G” numa verdadeira sub-marca dentro da Mercedes-Benz.
Esta revisão estratégica poderá também estar relacionada com o desempenho comercial abaixo do esperado do Classe G elétrico. Paralelamente, o enquadramento regulatório europeu pós-2035, que passou de uma proibição total para fortes restrições aos motores de combustão, permite aos fabricantes prolongar a oferta destas motorizações.