A decisão permite eliminar os custos acrescidos pelas tarifas impostas pela União Europeia (UE) sobre automóveis importados da China: além do imposto padrão de 10% sobre importações, Bruxelas aplica agora taxas suplementares que podem chegar a 35,3% para os casos mais penalizados. A Xpeng, considerada uma empresa “cooperante” na investigação de subsídios chineses, estaria sujeita a um acréscimo de 20,7%.


