No capítulo da propulsão elétrica, a Smart optou por uma abordagem pragmática. A bateria CATL de 35,8 kWh do tipo LFP não impressiona pelos números absolutos, sobretudo numa época em que muitos fabricantes procuram ultrapassar a barreira dos 500 ou 600 quilómetros de autonomia. No entanto, a escolha parece coerente com a missão do veículo. A autonomia combinada estimada de 290 quilómetros em ciclo WLTP deverá ser suficiente para a esmagadora maioria das deslocações urbanas e suburbanas, permitindo simultaneamente limitar peso, custo e consumo de recursos. A arquitetura elétrica integra ainda um sistema de propulsão altamente compacto do tipo 11-em-1, que reúne motor elétrico de 82 cv (60 KW), eletrónica de potência e diversos sistemas de controlo numa única unidade.