SUVS, híbridos e novos modelos fulcrais nos planos da Mitsubishi

Texto: Miguel Policarpo

Para os próximos 3 anos, a Mitsubishi procura aumentar as vendas e receitas mais de 30%, segundo o plano ‘Drive for Growth’ que assenta em três pilares: expansão, otimização e renovação. Está previsto um investimento de 4,5 mil milhões de euros e o lançamento de 11 modelos, 6 dos quais serão totalmente novos.

A Mitsubishi, ainda em fase de convalescência pelo caso de manipulação de consumos, apresentou a sua estratégia para voltar a crescer. Ao longo dos próximos três o fabricante nipónico fará um investimento de 4,5 mil milhões de euros previsto no plano  ‘Drive For Growth’, apresentado pela marca. O membro mais novo do conglomerado Renault-Nissan-Mitsubishi procura aumentar em mais de 30% as vendas globais – o que representa um total de 1,3 milhões de unidades por ano no final do período a que a estratégia se reporta em comparação com que as 926 mil unidades do último ano fiscal .

 

Para atrair os consumidores, a Mitsubishi prevê o lançamento de 11 modelos, sendo 6 novos, destacando-se o SUV Eclipse cross e o MPV XPANDER. A marca refere mesmo que pretende que a maior parte das suas vendas estejam assentes em três grandes características, que serão a carroçaria SUVS, a tração integral e as motorizações híbridas. Segundo as estimativas, os cinco best-sellers, responsáveis por 70% do total das vendas, vão contar com estas tecnologias. Além disso, reforçando o seu compromisso com as novas motorizações, a marca dos três diamantes vai ter um pequeno kei-car totalmente elétrico no mercado em 2020.

“Este é um programa ambicioso para maximizar os nossos pontos fortes nos crescentes segmentos de produtos, em particular o de veículos com tração nas quatro rodas, e procurar crescer nos mercados onde a nossa marca tem um forte potencial”, explicou Osamu Masuko, responsável máximo da Mitsubishi. A estratégia assenta em três pilares: o da expansão em novos mercados e consolidação nos mercados atualmente explorados, o da otimização de custos, reduzindo os custos de produção em 1.3% por ano e o de renovação de modelos, sendo que 6 dos 11 modelos planeados serão inéditos, numa média de lançamento de 2 novos modelos anualmente durante o triénio em que o plano será implementado.

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